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porque de repente me lembrei...
Às vezes, no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado, juntando
o antes, o agora e o depois
por que você me deixa tão solto?
por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho!
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho meus segredos e planos secretos
só abro pra você mais ninguém
por que você me esquece e some?
e se eu me interessar por alguém?
e se ela, de repente, me ganha?
Quando a gente gosta
é claro que a gente cuida
fala que me ama
só que é da boca pra fora
ou você me engana
ou não está madura
onde está você agora?
Sozinho_Peninha (mas gosto mais da versão de Caetano...)
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado, juntando
o antes, o agora e o depois
por que você me deixa tão solto?
por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho!
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho meus segredos e planos secretos
só abro pra você mais ninguém
por que você me esquece e some?
e se eu me interessar por alguém?
e se ela, de repente, me ganha?
Quando a gente gosta
é claro que a gente cuida
fala que me ama
só que é da boca pra fora
ou você me engana
ou não está madura
onde está você agora?
Sozinho_Peninha (mas gosto mais da versão de Caetano...)
relacionado com:
amizades,
bom de ouvir,
caetano,
coração e outras cenas,
desamizades e desamores,
neura,
recordações,
soundtrack of a life,
verdades
leva-me a sonhar...
São de veludo as palavras
Daquele que finge que ama
Ao desengano levo a vida
A sorte a mim já não me chama
Vida tão só
Vida tão estranha
Meu coração tão mal tratado
Já nem chorar me traz consolo
Resta-me só o triste fado
A gente vive na mentira
Já não dá conta do que sente
Antes sozinha toda a vida
Que ter um coração que mente
Vida tão só
Vida tão estranha
Meu coração tão mal tratado
Já nem chorar me traz consolo
Resta-me só o triste fado
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pecado capital_parte I
A inveja é um sentimento muito feio
Mete na cabeça que não estou aqui a competir num torneio
Não é andar aos empurrões para ver quem chega primeiro
É ser verdadeiro, não é imitar o que vês na tv o dia inteiro
Não é por eu ter contrato , que és mais real do que eu
Tu não sabes nem metade do que já me aconteceu
(...)
Se pensas que para chamar a minha atenção tens q falar mal de mim
Enganas-te outra vez porque eu não funciono outra vez
hip hop (sou eu és tu)
Mete na cabeça que não estou aqui a competir num torneio
Não é andar aos empurrões para ver quem chega primeiro
É ser verdadeiro, não é imitar o que vês na tv o dia inteiro
Não é por eu ter contrato , que és mais real do que eu
Tu não sabes nem metade do que já me aconteceu
(...)
Se pensas que para chamar a minha atenção tens q falar mal de mim
Enganas-te outra vez porque eu não funciono outra vez
hip hop (sou eu és tu)
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desamizades e desamores,
verdades
vingança
"... ato lesivo, praticado em nome próprio ou alheio, por alguém que foi real foi presumidamente ofendido ou lesado, em represália contra aquele que é ou seria o causador desse dano." wiki
Definição simplista de um sentimento complexo que, a meu ver, está cada vez mais presente nas relações humanas. Parece que existe sempre uma razão para nos vingarmos dos outros. Parece que não vivemos sem as pequenas e idiotas vitórias sobre aqueles com quem convivemos diariamente. Parece uma luta de crianças para ver quem tem o melhor brinquedo, ou a camisola mais gira, ou mesmo o melhor amigo. Assim caminhamos nós para um ciclo vicioso do qual não conseguimos (e muitas vezes, que nem queremos) sair. Viciamos o jogo das relações humanas. Minamos as relações. Desfazemos laços.
Vejo-me nos últimos tempos, com pequenos rasgos de vontade de vingar atitudes e palavras que me ferem e entristecem: tu és cruel comigo, e logo a seguir eu consigo sê-lo ainda mais contigo...
Quando terminará este perigoso jogo? Quando estivermos tão sós que nem a nós próprios nos temos?
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desamizades e desamores,
maria sardinha,
verdades
coração cravado...
quantas e quantas vezes meu coração será, mais uma vez cravado??
quantas e quantas vezes mais, ouvirei mentiras??
quantas e quantas vezes mais, acreditarei no que ouço??
quantas e quantas vezes mais, quebrarão meus sonhos??
quantas vezes vou cair e ao levantar, cair de novo??
será que vai ser até o meu coração estar tão despedaçado que não possa mais ser dividido??
ou será até quando não sobrar mais nada dele??
quantas e quantas vezes mais, ouvirei mentiras??
quantas e quantas vezes mais, acreditarei no que ouço??
quantas e quantas vezes mais, quebrarão meus sonhos??
quantas vezes vou cair e ao levantar, cair de novo??
será que vai ser até o meu coração estar tão despedaçado que não possa mais ser dividido??
ou será até quando não sobrar mais nada dele??
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maria sardinha
dúvida....
"Se resistimos às nossas paixões, é mais pela fraqueza delas que pela nossa força"
será?
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desamizades e desamores,
La Rochefoucauld
"Não choro as partes que estão para trás"
"Sinto mais do que preciso
Perco a voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais"
Perco a voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais"
Antes & Depois
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maria sardinha,
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por tudo e por nada...
é assim que me sinto nos últimos tempos...um novo mundo abre-se e revela-se menos sedutor do que o pintei...
tu não estás por perto...
perco amigos e consolo outros...
o desespero apodera-se de mim...
e eu não sei como reagir...
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desamizades e desamores,
maria sardinha
desilusões...
Na vida, as coisas mais pequenas e aparentemente insignificantes, podem ter um efeito devastador em nós. Depois dos actos, as palavras. Poucas mas corrosivas, ecoam cá dentro e destroem o pouco que ainda nos resta. Sem sucesso, tentamos entender a sua proveniência. Mas após cada uma destas frustradas tentativas percebemos que nada percebemos. O bom senso diz-nos para não darmos importância, para desviar o olhar, para seguir em frente, para deixar para trás o que nos feriu. Mas a marca deixada, como se de uma agulha afiada se tratasse, fere-nos o coração e deixa-nos a sangrar… Estas últimas semanas senti-me assim. Triste, desapontada, ferida. Mas nos dias que se seguiram ao golpe a agulha tornou-se romba (ou terá sido o coração que se transformou em pedra?) Sempre defendi a lealdade para com aqueles de quem gosto. Muitas vezes afirmei a minha convicção de que acima de tudo ela tem de prevalecer. Continuo convicta disso mesmo. Sou assim com os outros. Valorizo quem é assim comigo. Não gosto de quezílias, muito menos de as criar. Não gosto de posições extremas nem de radicalizar ideias e vontades. Não gosto de criar maus ambientes e tudo faço para que os outros não sofram com os meus erros. Sabe, quem me é próximo, que guardo para mim os desgostos, tentando não afectar os que comigo convivem. Mas semanas como as que tenho vivido ultimamente não me permitem fingir tanto. Não permitem apaziguar a alma e consequentemente proporcionar grandes momentos. Tem vindo ao de cima o que de mais íntimo tenho.
Quero sair disto mais forte. Mais livre. Mais eu. Quero ser feliz. Não pretendo atingir a felicidade plena (até porque me parece que não existe…), mas quero a felicidade feita de pequenas felicidades. Quero a felicidade feita de outras pequenas coisas que me aquecem o coração. Valem-me, neste momento, as minhas criaturinhas. Aquelas que, todos os dias, me lembram porque não devo desistir e que trabalham melhor que qualquer anti-deprê!
Quero sair disto mais forte. Mais livre. Mais eu. Quero ser feliz. Não pretendo atingir a felicidade plena (até porque me parece que não existe…), mas quero a felicidade feita de pequenas felicidades. Quero a felicidade feita de outras pequenas coisas que me aquecem o coração. Valem-me, neste momento, as minhas criaturinhas. Aquelas que, todos os dias, me lembram porque não devo desistir e que trabalham melhor que qualquer anti-deprê!
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desamizades e desamores,
maria sardinha
o grande amor nem sempre é o príncipe encantado...
Foi naquela noite de lua cheia, debaixo de um céu estrelado e quente de Agosto que ela percebeu que a sua vida nunca mais ia ser como a conhecia até então.
A noite corria lenta… as pessoas arrastavam os pés pesado dos lautos jantares que as férias proporcionam… as ondas morriam lá longe na areia que um dia conheceria seu amor… e a lua, a mesma lua de sempre, presenciava a exultação dos dois corações.
O olhar parou extasiado ao descobrir, por entre a multidão, aquele vulto. O coração disparou e as pernas tremeram. Encontrava por fim o príncipe encantado? Era impossível naquele instante saber isso. Só mais tarde percebeu que aquela noite mudaria para sempre a sua percepção do mundo.
O tempo correu e reencontro deu-se. Como foram dias felizes os primeiros daquele Maio solarengo!! Com que alegria ela saltava da cama todas as manhas rumo a um novo dia cheio de paixão e romance!! Esse verão foi uma enchente de novos sentimentos, de novas certezas, de novas promessas… promessas que nunca passaram das cartas amorosas trocadas às escondidas, dos olhares e das conversas mudas… Como foram duros os meses seguintes, quando percebeu que para ser a sua mulher tinha de mudar tanto, que para o ter por inteiro tinha que dar muito mais do que podia! Esperou que tudo mudasse, mas foi em vão… as cartas e mensagens mandadas sem resposta, os telefonemas nunca atendidos (“ai filha ele agora não pode!! Liga mais tarde!!), os amigos que evitavam falar sobre o assunto porque sabiam muito mais…
Um dia, atirou tudo para trás e decidiu seguir em frente! A vida que tanto lhe tinha tirado dava agora um ar de sua graça e tentava compensá-la. Como dizia a música que não parava de tocar no compact-disc, comprado com os trocos amealhados durante anos: “e você chegou assim devagarinho/ entrou em minha vida sem pedir…”. Ela parecia sorrir de novo!! E durante meses esqueceu tudo… até aquele dia… aquela conversa trouxe a verdade verdadeira à tona e apesar, das confusões esclarecidas, dos pedidos de desculpa, ela percebeu que nunca mais ia amar assim… A lua cheia daquela noite de verão, tinha selado o seu coração, porque ela tinha encontrado o seu príncipe encantado… mas a dura realidade mostrou-se mais cruel e brutal, nessa noite de Novembro quando percebeu que o seu conto de fadas, jamais teria um final feliz…
A noite corria lenta… as pessoas arrastavam os pés pesado dos lautos jantares que as férias proporcionam… as ondas morriam lá longe na areia que um dia conheceria seu amor… e a lua, a mesma lua de sempre, presenciava a exultação dos dois corações.
O olhar parou extasiado ao descobrir, por entre a multidão, aquele vulto. O coração disparou e as pernas tremeram. Encontrava por fim o príncipe encantado? Era impossível naquele instante saber isso. Só mais tarde percebeu que aquela noite mudaria para sempre a sua percepção do mundo.
O tempo correu e reencontro deu-se. Como foram dias felizes os primeiros daquele Maio solarengo!! Com que alegria ela saltava da cama todas as manhas rumo a um novo dia cheio de paixão e romance!! Esse verão foi uma enchente de novos sentimentos, de novas certezas, de novas promessas… promessas que nunca passaram das cartas amorosas trocadas às escondidas, dos olhares e das conversas mudas… Como foram duros os meses seguintes, quando percebeu que para ser a sua mulher tinha de mudar tanto, que para o ter por inteiro tinha que dar muito mais do que podia! Esperou que tudo mudasse, mas foi em vão… as cartas e mensagens mandadas sem resposta, os telefonemas nunca atendidos (“ai filha ele agora não pode!! Liga mais tarde!!), os amigos que evitavam falar sobre o assunto porque sabiam muito mais…
Um dia, atirou tudo para trás e decidiu seguir em frente! A vida que tanto lhe tinha tirado dava agora um ar de sua graça e tentava compensá-la. Como dizia a música que não parava de tocar no compact-disc, comprado com os trocos amealhados durante anos: “e você chegou assim devagarinho/ entrou em minha vida sem pedir…”. Ela parecia sorrir de novo!! E durante meses esqueceu tudo… até aquele dia… aquela conversa trouxe a verdade verdadeira à tona e apesar, das confusões esclarecidas, dos pedidos de desculpa, ela percebeu que nunca mais ia amar assim… A lua cheia daquela noite de verão, tinha selado o seu coração, porque ela tinha encontrado o seu príncipe encantado… mas a dura realidade mostrou-se mais cruel e brutal, nessa noite de Novembro quando percebeu que o seu conto de fadas, jamais teria um final feliz…
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maria sardinha


